antes de quase tudo o que aqui se vê, eu penso tecnologias.
a pesquisa que venho desenvolvendo ao longo dos anos é antes uma ética, filosofia política, corpo, crítica e linguagem. é ou vem a ser artes, mas de um emaranhar-se pela teoria, pensando a técnica, a subjetividade e as relações de poder.
bebe de um estar com fabulações artísticas sobre a máquina, perambulações, encontros, ficções, eletrônicas experimentais, teorias de governos y autonomias, trânsitos intercontinentais sobre o que é fazer ativismo pensando comunicação, autoria, privacidade, direitos, redes y ruas libertárias y criação y movimento coletivo, democracia real, já.
desde quando me meti a estudar mídias me convenci de que saídas só se fariam com uma preocupação social, de inclusão, diversidade, diferença, alteridade, comum. e cada um desses termos traz consigo um campo denso a desenvolver, refletir, construir. daí fui parar na bioética, ainda escrevo sobre isso com calma.
aqui é retomar o que é coletivo de tudo isso, que é cerne e reflexão. só se faz política e criação conectando, somando, abrindo, pensando junto.

fala no Piquenique Cuir Hackfeminista – “In Código of Hope: Metodologias coletivas para reimaginar linguagens que nos conectam”. ACM FAccT 2024 (Fairness, Accountability and Transparency on AI). Rio de Janeiro, 2024

debate “como combater as big techs e libertar a tecnologia do capitalismo” a partir do livro Ciberproletariado, de Nick Dyer-Witheford, com Sergio Amadeu. editoras Funilaria, Autonomia Literária e Sob Influência, na feira Subterrânea. São Paulo, 2025

MEMEFEST – International Festival of Socially Responsive Communication and Art. MEMEFEST meeting em Nijmegen, Holanda, 2011 / mentoria de mídias para jovens europeus no International Media Training / ODDSTREAM Festival 2011.
Colaboração Internacional / Memefest Brasil. Eslovênia, Holanda, Brasil, 2010-2013

Educador de Tecnologias e Artes no SESC SP Belenzinho.oficinas e curadoria. CryptoLab, SonoraLab, Login:Linux, DesignLab, VideoLab. São Paulo, 2014-2016

colaborador na residência artística INTERACTIVOS ’10 BH / Marginalia+Lab, exposição no Centroequatro. Belo Horizonte, 2010

encontro MSST – movimento sem satélites na Nuvem – Estação Rural de Arte e Tecnologias.
projeto Fotogramas fugidios.
Visconde de Mauá, RJ, 2013

projeto Vocabulário político para processos estéticos.
escritos, site, livro e residência artística CAPACETE, proposição Cristina Ribas.
Funarte Rede Nacional, Rio de Janeiro, 2014

debate no lançamento da coletânea copyfight / coletivo IP / Laboratório de Cartografias Insurgentes.
Rio de Janeiro, 2011

CRYPTORAVE
integrei a programação com a oficina azuis – personas e identidades fugidias + DJ. São Paulo, 2014 / 2015

debate “Ativismo Hacker e Ética da Permacultura“, com Nádia Recioli e Maísa Martorano. Instituto Casa da Cidade, São Paulo, 2016

relatoria de pesquisa e revisão de texto no projeto Arquivos Táticos. exposição Arte Veículo, SESC Pompeia.
São Paulo, 2018

Instituto Overmundo
colaborador, assistente editorial site e revista (2011-2012), cobertura festival Tangolomango, projeto Open Business II.
Rio de Janeiro, 2006-2012
