as palavras não dão conta de surrupiar os novelosficam assim: pasmas e de tantos espasmos, começam a se mover de mansinhopor entre encostas, espaços abertos esquecidos pelo tempodas multidões não mais seremos, até que não haverá verbo para cessar os fogosse não aquele gesto mínimo, da facedos mais próximos

rito

chuva em imperatriz, nevoeiro em bagé não estamos não estamos lá a cidade se soprepõe tanto ao longo dos anos, das fases e das horas do dia que estou sempre levantando escombros escombros doem as costas caem escapo, não sem alvoroço estratégia é também ruído, ainda que estou doente de ar falta de atribuições fluidas atribulações voluntárias carinho que dá meia volta na rua desaquece, procura vastidão de medos e o que faço a esta hora de novo em cima do chão, em cima das pedras, sobre o móvel da cama, quebrado que hospedou as vozes e depois limpar os …

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nadando contracorrente, tranquila, de costas; o fogo aceso; os amigos presentes; a comida farta; o céu estrelado; os livros e projetos em prumo; as estórias; os jogos; as cores; as crianças; o tecido de pendurar; as danças, a rede, sambasadashiva; passado, presente, futuro; björk; os mapas; os tempos porvir; os vínculos alegres; o cultivo; a busca; o cuidado; o carinho; as estradas abertas; os rumos; as bagagens; as cartas; a mata; o rio, o rio, o rio foto da Luiza Cilente no canto mágico da Luar, em boas-vindas ao 2020

courage no festival 1666

  o recém-criado Festival 1666, dedicado a filmes curtas e longas feitos em 16mm (finalizados ou não no formato), com produção e curadoria dos queridos Isabel Veiga, Vinícius Campos e Rodrigo Sousa e Sousa aconteceu no Cine Olido em SP e na Cinemateca do MAM Rio em novembro de 2019. courage (azul): naipe de paus participou da mostra paralela (não-competitiva) em ambas as cidades; a sessão do Rio teve direito a um debate junto a outros realizadores, de diferentes gerações. fiquei muito muito grata de participar, e poder partilhar uma mesa de debate após os filmes com o Hernani Heffner, …